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Número de desempregados inscritos no IEFP recua 10% e renova mínimos de 1991

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego voltou a ficar abaixo dos 300 mil em julho, tendo recuado 10,1% em termos homólogos.

 

Vidreira Louletano

Infiltração Zero

Pelo terceiro mês consecutivo, o número de desempregados inscritos nos Serviços de Emprego fixou-se em mínimos de dezembro de 1991. De acordo com os dados publicados, esta quarta-feira, pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), em julho, estavam inscritas 297,3 mil pessoas, menos 10,1% do que no mesmo período do ano passado e menos 0,3% do que em junho deste ano.

“No fim do mês de julho de 2019, estavam registados nos Serviços de Emprego do Continente e Regiões Autónomas 297.290 indivíduos desempregados”, explica-se na nota divulgada esta manhã. O IEFP avança ainda que o número encolheu 33 mil em termos homólogos (10,1%) e 901 na variação em cadeia (0,3%).

Segundo o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, está em causa o valor de desempregados mais baixo desde dezembro de 1991, altura em que estavam inscritas 296,6 mil pessoas nos centros de emprego. Desde maio deste ano que o número em questão está em mínimos de 28 anos, tendo em junho quebrado mesmo a barreira dos 300 mil.

“Para a diminuição do desemprego registado, face ao mês homólogo de 2018, contribuíram todos os grupos do ficheiro de desempregados, com destaque para os homens, os adultos com idades iguais ou superiores a 25 anos, os inscritos há um ano ou mais, os que procuravam novo emprego e os que possuem como habilitação escolar o primeiro ciclo escolar“, detalha o IEFP.

No que diz respeito aos desempregados de longa duração, registou-se um recuo homólogo de 17,9% (menos 28,7 mil pessoas) e de 2,2% em cadeira (menos 3 mil pessoas). A mesma tendência foi registada, em termos homólogos, no desemprego jovem (desceu 8,4%, ou seja, menos 2,6 mil desempregados estavam inscritos em julho do que no ano passado). Já em comparação com o mês anterior, o número de jovens inscritos nos centros de emprego subiu 2,9% (mais 802 pessoas).

Em termos geográficos e em cadeia, destaque para o Alentejo e para a região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se verificaram aumentos de 0,4% e 3,2% respetivamente, depois de se ter contabilizado, em junho, os valores mais baixos de que há registo. “Renovaram-se mínimos históricos do desemprego registado na região Centro, que contava no mês de julho com 40,6 mil pessoas, o valor mais baixo em pelo menos 30 anos; no Algarve e no Norte, que ficaram com 7,2 mil e com 124,2 mil desempregados, respetivamente – em ambos os casos no patamar mais reduzido em cerca de 17 anos”, acrescenta o gabinete de Vieira da Silva.

O grupo dos trabalhadores qualificados da indústria, construção e artífices foi aquele que registou “a mais expressiva descida percentual do desemprego” (menos 17,1% em termos homólogos), seguindo-se o grupo de trabalhadores de serviços pessoais, de proteção e segurança e vendedores (menos 11,2% em termos homólogos) e o grupo de operadores de instalações e máquinas e trabalhadores de montagem (menos 10,4% em termos homólogos).

“Ao longo da legislatura, o desemprego registado desceu 46,5%, no correspondente a menos 257,9 mil pessoas, com descidas de 58,8% do desemprego jovem (-40,7 mil jovens) e de 49,3% do desemprego de longa duração (-128,2 mil pessoas)”, remata o Ministério do Trabalho.

 

Ademar Dias

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